Resenha – Carly Rae Jepsen; E•MO•TION: Side B (2016)

Carly Rae Jepsen está de volta E•MO•TION: Side B, um pequeno EP com 8 músicas descartadas da tracklist do aclamado E•MO•TION lançando em Agosto de 2015 por falta de espaço. O EP é um presente para fãs, pois a artista achou mega dolorido descartar essas oito jóias que naquela época não casam entre si com tracklist do E•MO•TION.

1. “First Time
Essa música é uma imensa bala de chiclete pop de primeira qualidade e certos momentos remetem ao clássico “Lucky Star” da Madonna e “I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)” da Whitney Houston pela sonoridade oitentista e bastante otimista. A música é pop em todos os sentidos e tem tudo para ser um grande hit de verão.

2. “Higher”
Já temos a “Get Lucky” de 2016. Sinta esses sintetizadores que explodem no refrão, elevando ainda mais o nível da música já sensacional. De longe é a melhor música do material que a cada momento nos surpreende e nós traz sensações de emoção e euforia.

3. “The One”
Essa música parece ter sido gravada em 1983 e esteve guardada até hoje, toda embalada entres surros e clima Mega solar. Aqui Carly compete de igual para igual com Debbie Gibson, Madonna e Cyndi Lauper em seus clássicos feitos nos anos 80! Apesar de ser pop alegre, a musica fala abertamente sobre o inicio de uma amizade colorida com alguém.

4. “Fever”
Essa mid-tempo é de enlouquecer qualquer um e mais um destaque do EP. Poderia facilmente ser usada em qualquer cena de baile escolar de filmes clássicos dos anos 80 como Gatinhas e Gatões (1984) e Namorada de Aluguel (1987).

5. “Body Language”
Essa espetacular música eleva ao máximo os anos 80. Podemos dizer que é a perfeição do pop e mais açucarada que qualquer coisa lançada pela Britney Spears e Cia. Com essa faixa Carly já pode pedir o titulo de rainha do revival dos anos 80 com todos os méritos e glórias.

6. “Cry”
É aquele tipo de balada dos anos 80 que conquista logo de cara. Aqui temos outro temos outra música que dá impressão de ter sido gravada em 1985 e só agora viu a luz do dia.

7. “Store”
É aquele famosa musica calminha nós primeiros segundos da música que vai crescendo pouco a pouco até explodir no refrão. Se o filme De Repente 30 (2004) fosse lançando hoje, a faixa se encaixaria perfeitamente na cena do closet do filme.

8. “Roses”
Talvez essa seja uma prima de “All That”. Só que invés de ser uma balada padrão, aqui temos um mid-tempo com R&B que daria inveja na Beyoncé e Rihanna e poderia facilmente ser usada em alguma cena climax de filme romântico água com açúcar. E com depois de 7 grandes momentos, o EP é fechado com chave de ouro e deixa a gente com gostinho de quero mais.

Com esse EP, Carly comprovou mais uma vez que é atualmente uma das melhores cantoras e compositora do pop atual e mesmo que não esteja no patamar sucesso de uma Adele, Katy ou Taylor da vida, isso não tira o merito de ser uma das melhores artistas de sua geração e daqui uns anos será referência para jovens talentos que estão ainda para vim. A melhora maneira para descrever o E•MO•TION: Side B é um pacote de chocolates com melhores recheios e sabores feitos para se esbaldar no verão (e por toda eternidade) sem nunca enjoar.

Nota: 5/5

Divulgada a tracklist do EP, E•MO•TION: Side B, da Carly Rae Jepsen.

O site 7Digital do Canada na madrugada de hoje (24) colocou o EP E•MO•TION: Side B em pré-venda e divulgou os nomes das 8 faixas do material e suas respectivas prévias. Como foi anunciado pela própria artista esse é um presente ao fãs em comemoração ao 1 do lançamento do E•MO•TION composto de b-sides que tiveram que serem descartadas do álbum, serão 6 músicas inéditas e 2 faixas do E•MO•TION Remixed + lançado apenas no Japão em Março de 2016. Porém ainda não foi confirmado se será apenas lançado no formato digital ou sairá também em CD.

1. First Time
2.  Higher
3. The One
4. Fever
5. Body Language
6. Cry
7. Store
8. Roses

Reveja a apresentação de “First Time”.

Assista ao novo videoclipe do Danny L Harle com a Carly Rae Jepsen; “Super Natural”.

Acabou de ser lançado o videoclipe da parceira entre Danny L Harle com a Carly Rae Jepsen, “Super Natural”. No videoclipe Danny é um corretor de imóveis que mostra para Carly uma potencial cliente uma casa futurista dos moldes de A Casa Inteligente (1999) e que tem de tudo pool parties, muita gente bonita, badalação e looks fashionistas.

A musica é o segundo single do primeiro álbum do Danny ainda sem título. Já Carly atualmente trabalha em seu quarto álbum que será inspirado nos 70 e na Donna Summer, ABBA e Bee Gees, e entre o time de novos compositores do trabalho é o Rod Temperton (compositor de “Trillher” do Michael Jackson).

 

13 Grandes Álbuns Pop Que Você Provavelmente Ainda Não Ouviu!

O mundo pop está recheado de álbuns tão bons que às vezes ele não atingi o imenso sucesso como Prism da Katy Perry ou 1989 da Taylor Swift nas paradas ou sucesso mais modesto como Revival da Selena Gomez ou 19 da Adele.

1 – Tug of War (2008) da Carly Rae Jepsen

Logo em seu primeiro álbum, Carly já dava indícios que era uma artista que deveriam ficar de olho por sua excelente e precoce qualidade tanto vocalmente e liricamente nesse álbum todo voltado ao pop e folk tudo base de um violão maroto.
Melhores faixas: “Bucket”, “Tug of War”, “Sour Candy”, “Money and The Ego”, “Tell Me”, “Heavy Lifting”, “Sunshine On My Shoulders”, “Worldy Matters”.

2 – Ok Now (2008) do Jon Mclaughlin

Todos os álbuns do Jon Mclaughlin deveriam estar nessa lista, mas como isso não é possível vou escolher o melhor álbum dele. O álbum é um esplêndido trabalho voltado para pop rock dos anos 80, mas soa bastante moderno e não algo ultrapassado. Todos os acertos do debut Indiana (2007) estão presentes e eleva a altura superior todas as suas qualidades como compositor, pianista e vocalista.
Melhores faixas: “Beating My Heart”, “Four Years”, “You Can Never Go Back”, “You Are The One I Love”, “Always On My Mind”, “Dance Your Life Away”, “Throw My Love Around”.

3 – Right Where You Want Me (2006) do Jesse McCartney

Todos os acertos do Beautiful Soul (2004) estão aqui e todos os erros do mesmo são completamente eliminados dessa pequena obra prima voltado ao pop rock. Nessa álbum encontramos um Jesse mais maduro e disposto arriscar tudo em nome de arte.
Melhores faixas: “Right Where You Want Me”, “Just So You Know”, “Blow Your Mind”, “Just Go”, “Anybody”, “Daddy’s Little Girl”.

4 – Battlefield (2009) da Jordin Sparks

Após todos os certos de seu álbum de estréia, Jordin voltou ainda mais poderosa e com álbum que tinha tudo para dominar o pop/R&B daquele ano. Nesse trabalho apresenta uma Jordin madura e segura de si.
Melhores faixas: “Walking on Snow”, “Battlefield”, “Don’t let It Go to Your Head”, “Emergency (911)”, “No Parede”, “Papercut”.

5 – Heaven (2011) da Rebecca Ferguson

Uma voz poderosa nas rádios hoje em dia é o que mais falta… Ainda mais quando nos deparamos com esse brilhante álbum de estréia. Que nos apresentava uma artista séria tanto vocalmente e liricamente que agrada até o casal mais pop da realeza moderna britânica.
Melhores faixas: “Nothing’s Real But Love”, “Glitter & Gold”, “Fairytale”, “Mr Bright Eyes”, “Run Free”, “Backtrack”

6 – Take Me When You Go (2014) da Betty Who

Fazer um álbum inspirado nos anos 80 e não soar datado é mega impossível para alguns artistas e para Betty Who não é caso. O álbum é um pequeno marco na música pop moderna que merecia mais destaque nas paradas
Melhores faixas: “High Society”, “Glory Days”, “Somebody Loves You”, “A Night To Remember”, “Heartbreak Dream”, “Alone Again”, “Dreaming About You”.

7 – Unfold (2006) da Marié Digby.

Após Michelle Branch entra em longo hiatus, o pop não via uma cantora-compositora tão determinada e nos moldes da Michelle. O álbum é perfeito e logo na primeira ouvida a gente se apaixona pelo som dessa menina-mulher!
Melhores faixas: “Better Off Alone”, “Say It Again”, “Miss Invisible”, “Stupid for You”, “Girlfriend”, “Voice on the Radio”, “Traffic”, “Fool”, “Umbrella”.

8 – V (2006) da Vanessa Hudgens

Da noite para dia você é a estrela adolescente mais famosa do mundo e quente do momento por conta de musical adolescente, claro que oportunidade de iniciar um carreiro solo bateria de imediato a sua porta… E em dois meses Vanessa gravou seu álbum de estréia que era uma boa mistura de tudo que estava dando certo na época indo do pop ao R&B passado pelo dance tudo feito medido para sua especular voz.
Melhores faixas: “Come Back to Me”, “Say OK”, “Let’s Dance”, “Drive”, “Afraid”, “Promise”, “Rather Be With You”, “Make You Mine”.

9 – Guilty Pleasure (2009) da Ashley Tisdale

Após dominar o pop teen de 2007, Ashley queria provar com seu segundo álbum que tinha crescido e amadurecido musical. Nesse belo trabalho de transição de cantora pop barata de discoteca para cantora seria de pop rock.
Melhores faixas: “Hair”, “Erase and Rewind”, “Tell Me Lies”, “Overrated”, “Switch”, “Me Without You”, “What If”.

10 – Insomniatic (2007) da Aly & AJ

O duo pop mais famoso saído da Disney conseguiu fazer uma bela transição de estrelas protegidas da Disney para duas adolescentes quentes e super talentosas com essa pequena obra prima em sua curta carreira na época em que mistura pop, rock e pouco de dance com letras altamente pessoais e recados para ex-famoso (Oi, Joe Jonas).
Melhores faixas: “Potential Breakup Song”, “Closure”, “Flattery”, “Like Whoa”, “I’m Here”, “Like It or Leave It”, “If I Could Have You Back”.

11 – Chariot (2003) do Gavin DeGraw

O pop nas maiorias das vezes prefere dar destaque para artistas meramente comerciais e com pouco conteúdo. Logo em seu álbum de estréia, o artista buscou inspiração nas grandes canções voltada ao piano, mas em nenhum momento deixou de lado sua atitude de rockstar.
Melhores faixas: “Follow Throug”, “Chariot ”, “Just Friends”, “I Don’t Want To Be”, “Meaning”.

12 – In Your Hands (2013) do Eliza Doolittle

Eliza criou uma bela e essencial peça que será bastante admirada como item cult para hispeters de plantão. E tudo que um álbum pop que mistura indie e soul moderno deveria ser!
Melhores faixas: “Walking on Water ”, “Let It Rain”, “Checkmate”, “Team Player”, “I Big When I Was Little”, “Back Packing”.

13 – Gypsy Heart (2014) do Colbie Caillat

Por ironia do destino o álbum mais pop e mais fora da zona de conforto da Colbie é o que teve menos destaque na mídia e nas paradas, mas mesmo assim tem todas as qualidades dos anteriores e eleva ao nível máximo do pop.

Melhores faixas: “Try”, “Live It Up”, “Blaze”, “If You Love Me Let Me Go”, “Land Called Far Away”, “Nice Guys”, “Floodgates”, “Just Like That”, “Hold On”.

Cher Lloyd: Mais Forte (e Sexy) do Que Nunca

Um dia intenso na vida de Cher Lloyd, uma das maiores artistas pop  britânica de sua geração.

“E aí gostaram?”, Cher Lloyd, 26 anos, solta esse Tweet após o lançamento de “Activated”. E alguns segundos depois esse tweet ja tem mais de 5 mil curtidas, 4 mil retweet e algumas centenas de comentários elogiado seu novo single. “Eu sempre gosto de ver o feedback de meus fãs”. Enquanto o mundo pop pega fogo com briga de Kanye West e sua esposa Kim Kardashian vs Taylor Swift, a disputa (amigável) de Katy Perry com “Rise” vs Britney Spears com “Make Me” pelo topo das paradas (que eventualmente Katy leva a melhor)… E mesmo com todos esses acontecimentos Cher resolveu voltar à ativa com novo single e viradouro terceiro álbum ainda sem título e previsão de lançamento. “Não vai demorar muito”, afirma. “E algo que tenho trabalhando há muito tempo e acho que vai ser um grande disco pop”, admite. “Quando eu estava criando esse álbum, eu ouvia o Autobiography (2004) da Ashlee Simpson, Hotel Paper (2003) da Michelle Brach e E•MO•TION (2015) da Carly Rae Jepsen e queria ter aqueles sons”, revela. “Mas meu álbum não será 100% inspirado nos anos 80 e muito menos apenas focado no pop rock”, conta. “Será um mix desses dois estilos e claro terá meus raps”.

Esse novo álbum para ela é como um renascimento em sua carreira que sofreu uma grande baixa durante seu segundo álbum Sorry I’m Late (2014) que sofreu vários adiamentos até o lançamento, uma série de incontáveis regravações e até varias trocas de títulos até o definitivo que era uma indireta para gravadora pela demora do lançamento do álbum. “Foi uma po***, mas eu fiquei mais forte nessa fase de minha vida”, conta. Com todos esses problemas, o álbum rendeu apenas 2 singles que não fizeram muito barulho nas paradas (o primeiro single “I Wish” chegou apenas ao numero 160 em sua terra natal e “Sirens” se saiu um pouco melhor ao ocupar o numero 41) e eventualmente o álbum não conseguiu vender mais de 100 mil cópias mundialmente – o álbum chegou ao número 12 nos Estados Unidos e em sua terra natal o álbum só chegou ao numero 21, bem inferior ao resultado obtido pelo primeiro álbum que chegou ao número 4. “Foi um Flop”, admite. Flop é uma palavra muito temida entre as cantoras/cantores pop e essa pequena palavra é capaz de destruir carreiras de um jeito sem volta como aconteceu com as já irrelevantes Britney Spears e Lady Gaga. “Eu sei como cantora pop sucesso é uma coisa que temos que ter a qualquer custo… O flop aconteceu por uma série de fatores”.

Para quem não se lembra, Cher foi descoberta na edição de 2010 do The X Factor que revelou a Rebecca Ferguson e o fenômeno teen One Direction. Ela chegou ao quarto lugar daquela edição de destacando pela sua voz e seus momentos de rapper. “Mesmo não vencendo, o programa abriu varias portas para minha carreira”. E claro um contrato de gravação. O primeiro álbum dela, Sticks + Stones (2011), foi gravando rapidamente após sua saída do programa, o álbum foi imenso sucesso mundialmente e até emplacou um grande hit nos Estados Unidos – “Want U Back” chegou ao numero 12 –, e vários hits em sua terra natal, incluindo um número 1. “Foi tão excitante para eu ter um disco nas lojas e as pessoas ouvindo minha musica”, admite. Ao mesmo tempo em que experimentava o sucesso, o lado ruim da fama bateu a sua porta como fazer um show não lotado no Brasil e vira piada na internet (“Eu dei o meu melhor naquele show e não tenho vergonha”) e talvez o pior quando estava em festival e as pessoas jogaram garrafas pet com xixi nela (“Foi o pior dia da minha vida… Foi tão humilhante”, conta com ar de tristeza). “Ser famosa tem seu lado bom e claro o ruim”, confessa. Mas ela sabe e todos notam que é sua carreira nunca chegou ao patamar da carreira de uma Katy Perry ou Taylor Swift que chega ao ponto de ser seguida em frente sua casa. “E nem pretendo!”, exclama. Apesar do seu nível de fama ser “pequena” perto de uma Katy Perry ou Taylor Swift, ela já acumula quase 20 milhões de seguidores juntando Instagram, Facebook, Twitter. “Rede social hoje em dia para qualquer artista até os indies é um meio de comunicação mais importantes com seus fãs “.

Para seu novo álbum Cher se reuniu com seus antigos produtores e chamou alguns nomes novos. “Gosto de inovar em meus trabalhos”. “Será bem pop”, confessa. “Olha que os outros já tinham bastante pop em seu DNA”. “Desta vez, eu pretendo fazer minhas próprias escolhas invés de dar ouvidos apenas aos executivos de minha gravadora”, desabafa. Os ensaios para apresentações “Activated” estão a todo vapor e se nota um alto teor de sensualidade. “A música exige isso… Mas é algo bem dosado”, revela. A música em questão chama atenção por ser diferente de tudo que toca atualmente nas rádios. “Eu queria um retorno menos obvio possível, mas não deixa de ser uma grande música pop”, admite. Além do primeiro single, ela ensaia outras duas novas do novo álbum. “Por favor, na hora que você estiver escrevendo essa matéria poderia não revelar os nomes delas?”, pede Cher. “Pois nem sei se elas irão fazer parte da tracklist final”, confessa. Desta vez, ela admite ter gravado mais de 25 músicas e vai escolher as 13 que casam entre si. “E processo tão doloroso cortar meus bebes!”, exclama. “Mas as vezes, elas vão parar em meus futuros trabalhos… Pois as vezes elas não fazem sentido no meu momento e álbum atual”, revela.
 Nesse álbum há inclusive um bebê perdido que Cher escreveu durante Red Tour da Taylor Swift e sabia que era o momento certo para gravar essa música. “Eu nem lembrava mais dela e encontrei ela no meu iCould”, revela. “A Taylor [Swift] já ouviu essa um trecho dela na época e amou… Vindo dela, eu achei como um grande elogio”. “Eu sabia que não poderia mais esconder ela por mais tempo”. Por altos posso revelar que é hino de empoderamento e poderia ser passar como uma irmã gêmea de “Try” da Colbie Caillat. “Só que é um pouco mais animada!”, revela. “Quando eu ouvi “Try” na rádio, eu soltei um grande OMG ela me copiou e depois me lembrei que nunca tinha gravado… Mas apesar dos pesares, amo a musica da Colbie”, revela.

Após um longo ensaio de mais de 3 horas, Cher, resolve fazer algo espontâneo e resolve me mostrar algumas musicas novas. “Você tem fone de ouvido?”, pergunta. “Quer ouvir mais uma?”, fazer outra pergunta. No total foram 5 músicas novas. E julgando pela primeira impressão é material feito sobe medida seria algo que a Katy Perry, Taylor, Miley Cyrus, Selena Gomez gravaria e quem não soubessem de quem era voz por trás daquilo acharia que é alguma das citadas. “Todas tem meu toque e meu estilo nelas”, fala, para evitar possíveis comentários de imitação.

Um dos maiores dejetos de Cher ter uma carreira duradoura e ganhar um Grammy eventualmente em algum momento de sua carreira. “Mesmo que demore 20 anos, eu quero ter um Grammy na minha estante da minha casa!”, exclama. Sonhar nao custa nada esse é o lema de Cher e depois de 6 anos sobre os holofotes, ela não pretende parar tão cedo e nem diminuir o ritmo que sua carreira tem ido. “Eu tenho muito ainda para dizer e cantar”.

 

 

6 Filmes Teen Que Provavelmente Você Ainda Não Assistiu!

Férias chegando aí nada melhor do que assistir uma seleção de prováveis filmes adolescentes que você nunca assistiu.

Gatos, Fios Dentais e Amassos [Angus, Thongs and Perfect Snogging] (2008)

Prestes a fazer 15 anos, Georgia (Georgia Groome) está de olho no lindo e sensual Robbie (Aaron Taylor-Johnson) , o novo rapaz da escola, membro da banda Stiff Dylans. Infelizmente, Robbie já está saindo com sua cruel arqui-rival, a loira e perfeita Lindsay. Com a ajuda de seus bem-intencionados pais, seu exótico gato, Angus, e sua turma, a Ace Gang, Georgia põe em prática seus loucos planos para agarrar um fabuloso namorado e curtir o melhor de todos os aniversários.
**Minhas considerações: Achei o título bem ruinzinho e logo torci o nariz para filme… Mas o filme é espetacular, muito divertido e não é nada bobo.

Garota Mimada [Wild Child] (2008)

A patricinha Poppy (Emma Roberts) leva uma vida de princesa em Malibu, litoral da California. A menina se tornou uma adolescente bonita, rica e mimada. Para combater a rebeldia da filha, o pai de Poppy a manda para um colégio interno na Inglaterra. Enquanto tenta lidar com as novas colegas, que não toleram arrogância, a americana terá de enfrentar a mal humorada diretora Mrs. Kingsley (Natasha Richardson) e fazer de tudo para impressionar o filho gatinho da diretora, Freddie (Alex Pettyfer)
**MC: É aquele tipo de filme que a gente taxa de ser ruim, mas quando a gente assisti a gente se surpreende pela qualidade e fica com raiva por não ter visto antes.

A Melhor Festa do Ano [Prom] (2011)

Todo mundo tem uma historia para contar sobre a noite do baile de formatura e elas quase sempre são diferentes entre si, embora parecidas em sua essência. Nova Prescott (Aimee Teegarden) se vê atraída por um jovem (Thomas McDonell) da escola, enquanto as amigas veteranas Mei (Yin Chang) e Tyler (De’Vaughn Nixon) guardam segredos, mas está chegando a hora do evento mais importante do colegial. Será que vai dar tudo certo?
**MC: Apesar de ser um filme da Disney em nenhum momento se parece ser bobo e tem uma trilha sonora espetacular indo do indie ao pop mainstream.

The Duff (2015)

A jovem Bianca (Mae Whitman) descobre um dia que foi escolhidas pelas amigas de colégio como uma DUFF (Designated Ugly Fat Friend), ou seja uma amiga feia para que elas se pareçam ainda mais bonitas em comparação. Revoltada, Bianca pede a um atleta popular (Robbie Amell) da escola para ajudá-la a melhorar o seu visual
**MC: um filme super engraçado, ácido e podemos dizer que é quase uma versão perfeita do clássico do Meninas Malvadas.

Simplesmente Acontece [Love, Rosie] (2014)

Você não precisa ir tão longe para encontrar aquilo que mais procura. Alex e Rosie são amigos inseparáveis que cresceram juntos em Londres, compartilhando entre si suas melhores experiências. Tudo muda quando Alex ganha uma bolsa de estudos e passa a morar nos EUA. Separados, seus caminhos agora são outros. Mas nos tempos de hoje é impossível não permanecer conectado. E em se tratando de amor, o difícil é fazer as escolhas certas.
**MC: O filme mostra de como uma relação amorosa e de amizidade florece ao longo dos anos.

Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer [Me and Earl and the Dying Girl] (2015)

Greg Gaines (Thomas Mann) é um adolescente que está tentando passar ‘invisível’ pelo Ensino Médio ao mesmo tempo em se diverte com seu amigo de infância, Earl (RJ Cyler). As coisas mudam, no entanto, quando a mãe de Greg o força a fazer amizade com Rachel (Olivia Cooke), uma colega diagnosticada com leucemia.
**MC: O filme é o mais denso e com historia mais pesada, mas não deixa de ser um bom filme adolescente.

 

 

 

…E uma provável musica teen que você também ainda não ouviu, “Hurt So Good” da Carly Rae Jepsen.

Álbuns com mais Top 10 na História da Billboard Hot 100.

Produzir um hit top 10 na Billboard Hot 100 é mega difícil… Imagina quando alguns álbuns conseguem ultrapassar essa barreira ao produzir no mínimo 5 singles dentro do top 10 da principal parada musical dos Estados Unidos e do mundo.
Nota: (#1) ao lado da música indica qual posição a música atingiu na Billboard Hot 100.

Álbuns com 7 singles no Top 10
Michael Jackson – Thriller (1982)
***”The Girl Is Mine” (#2), “Billie Jean” (#1), “Beat It” (#1), “Wanna Be Startin’ Somethin'” (#5), “Human Nature” (#7), “P.Y.T. (Pretty Young Thing)” (#10) e “Thriller” (#4).

Bruce Springsteen – Born in the U.S.A. (1984)
***”Dancing in the Dark” (#2), “Cover Me” (#7), “Born in the U.S.A.” (#9), “I’m on Fire” (#6), “Glory Days” (#5), “I’m Goin’ Down” (#9) , “My Hometown” (#6).

Janet Jackson – Janet Jackson’s Rhythm Nation 1814 (1989)
***”Miss You Much” (#1), “Rhythm Nation” (#2), “Escapade” (#1), “Alright” (#4), “Come Back to Me” (#2), “Black Cat” (#1), “Love Will Never Do (Without You)” (#1).

Álbuns com 6 singles no Top 10
Michael Jackson – Bad (1987)
***”I Just Can’t Stop Loving You” (#1), “Bad” (#1), “The Way You Make Me Feel” (#1), “Man in the Mirror” (#1), “Dirty Diana” (#1), “Smooth Criminal” (#7).

George Michael – Faith (1987)
***”I Want Your Sex” (#2), “Faith” (#1), “Father Figure” (#1), “One More Try” (#1), “Monkey” (#1), “Kissing a Fool” (#5).

Janet Jackson – Janet. (1993)
***”That’s the Way Love Goes” (#1), “If” (#4), “Again”(#1), “Because of Love” (#10), “Any Time, Any Place” (#2), “You Want This” (#8).

Katy Perry – Teenage Dream (2010)
***”California Gurls” (#1), “Teenage Dream” (#1), “Firework” (#1), “E.T.” (#1), “Last Friday Night (T.G.I.F.)” (#1), “The One That Got Away” (#3).

Álbuns com 5 singles no Top 10
Lionel Richie – Can’t Slow Down (1983)
***”All Night Long (All Night)” (#1), “Running with the Night” (#7), “Hello” (#1), “Stuck on You” (#3), “Penny Lover” (#8).

Janet Jackson – Control (1986)
***”What Have You Done for Me Lately” (#4), “Nasty” (#3), “When I Think of You” (#1), “Control” (#5), “Let’s Wait Awhile” (#2).

Genesis – Invisible Touch (1986)
***”Invisible Touch” (#1), “Throwing It All Away” (#4), “Land of Confusion” (#4), “In Too Deep” (#3), “Tonight, Tonight, Tonight” (#3).

Madonna – True Blue (1986)
***”Live to Tell” (#1), “Papa Don’t Preach” (#1), “True Blue” (#3), “Open Your Heart” (#1), “La Isla Bonita” (#4).

Huey Lewis and the News – Fore! (1986)
***”Stuck with You” (#1), “Hip to Be Square” (#3), “Jacob’s Ladder” (#1), “I Know What I Like” (#9), “Doing It All for My Baby” (#6).

Whitney Houston – Whitney (1987)
***”I Wanna Dance with Somebody (Who Loves Me)” (#1), “Didn’t We Almost Have It All” (#1), “So Emotional” (#1), “Where Do Broken Hearts Go” (#1), “Love Will Save the Day” (#9).

Paula Abdul – Forever Your Girl (1988)
***”The Way That You Love Me” (#3), “Straight Up” (#1), “Forever Your Girl” (#1), “Cold Hearted” (#1), “Opposites Attract” (#1).

Bobby Brown – Don’t Be Cruel (1988)
***”Don’t Be Cruel” (#8), “My Prerogative” (#1), “Roni” (#3), “Every Little Step” (#3), “Rock Wit’cha” (#7).

New Kids on the Block – Hangin’ Tough (1988)
***”Please Don’t Go Girl” (#10), “You Got It (The Right Stuff)” (#3), “I’ll Be Loving You (Forever)” (#1), “Hangin’ Tough” (#1), “Cover Girl” (#2).

Bon Jovi – New Jersey (1988)
***”Bad Medicine” (#1), “Born to Be My Baby” (#3), “I’ll Be There for You” (#1), “Lay Your Hands on Me” (#7), “Living in Sin” (#9).

Milli Vanilli – Girl You Know It’s True (1989)
***”Girl You Know It’s True” (#2), “Baby Don’t Forget My Number” (#1), “Blame It on the Rain” (#1), “Girl I’m Gonna Miss You” (#1), “All or Nothing” (#4).

Vários Artistas (Whitney Houston, Brandy, Mary J. Blige, Toni Braxton) – Waiting to Exhale (1995)
***”Exhale (Shoop Shoop)” (#1), “Sittin’ Up in My Room” (#2),”Not Gon’ Cry” (#2), “Count On Me” (#8), “Let It Flow” (#1).

Fergie – The Dutchess (2006)
***”London Bridge” (#1), “Fergalicious” (#2), “Glamorous” (#1), “Big Girls Don’t Cry” (#1), “Clumsy” (#5)

The Black Eyed Peas – The E.N.D. (2009)
***”Boom Boom Pow” (#1), “I Gotta Feeling” (#1), “Meet Me Halfway” (#7), “Imma Be” (#1), “Rock That Body” (#9).

Taylor Swift – 1989 (2014)
***”Shake It Off” (#1), “Blank Space” (#1), “Style” (#6), “Bad Blood” (#1), “Wildest Dreams” (#5).

Fatos:
*Michael Jackson e Katy Perry são os únicos artistas na história a terem um álbum com 5 singles no #1.
*Michael Jackson e Janet Jackson são os únicos irmãos da história a atingirem tal feito.
*Janet Jackson é a única artista a ter três álbuns que emplacaram no mínimo 5 singles no top 10.
*Michael Jackson é único artista masculino a ter dois álbuns que tiveram pelo menos 6 singles no top 10.
*Whitney Houston é a única artista ter um álbum próprio e uma trilha sonora que emplacaram 5 singles no top 10.
*Whitney Houston e Bobby Brown são o único casal a terem um álbum com 5 singles no top 10.
*Fergie é a única artista a ter como artista solo e um album de seu grupo a emplacar 5 singles no top 10.

Veja o maravilhoso videoclipe de Boy Problems da Carly Rae Jepsen!

Carly Rae Jepsen está de videoclipe novo (maravilhoso) na área, a música escolhida é “Boy Problems”. O videoclipe é uma ode de amor aos anos 80 e narra varias desilusões amorosos.
A musica é o quarto single do aclamado E•MO•TION lançado em 2015 – recentemente foi ganhou disco de Ouro no Japão por vender mais de 100 mil cópias. A música foi composta pela Carly em parceira com Sia, Greg Kurstin e Tavish Crowe.

Ariana Grande: Mantenha o Foco Nela

Dois dias alucinantes na vida da estrela adolescente mais quente do momento e o choque de ordem é mantenha o total foco nela.

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“Uma coca-cola, por favor!”, pede Ariana Grande, 22, para sua assistente pessoal assim que chega ao hotel em São Paulo. “Esse calor está me matando… Eu sabia que o Brasil era quente, mas não desse jeito!”, revela. “A Katy [Perry] tinha avisando via SMS quando soube de minha vinda ao país”, recentemente a Katy esteve no país com sua turnê mundial Prismastic. Enquanto bebe seu refrigerante bem gelado e repleto de gelo, ela assiste em primeira mão a versão finalizada do seu novo videoclipe “Focus” que saí em 30 de outubro de 2015. “Fazer esse álbum tem sido uma experiência única. Desta vez eu sabia qual rumo eu queria seguir e chegar”, revela. Apesar de ter iniciado as gravações do álbum nos intervalos de sua turnê mundial e as gravações da série Scream Queens. “Gosto de fazer mil coisas ao mesmo tempo”.

Apesar de não ter previsão de quando vai sair e ainda está com a produção a todo vapor, o título Moonlight foi revelado no início do ano. “Desta vez, eu tenho total controle sobre o álbum!”, admite. Pois dessa vez, ela tem total apoio de sua gravadora após ter estourado no mundo inteiro com seu segundo álbum My Everything (2014) e pelo mega hit “Problem” que chegou ao número 2 na Hot 100. “Nunca imaginei que “Problem” ira fazer sucesso… Pegou-me de surpresa quando estourou nas paradas!”, revela com ar de supressa, além o sucesso foi replicado nos outros quatro singles do álbum: “Break Free” (#4), “Bang Bang” (#3), “Love Me Harder” (#7) e “One Last Time” (#13). Fazer esse show no Brasil é um mix de emoção agridoce para Ariana, pois é a última data de sua turnê mundial Honeymoon e finaliza a divulgação do seu último álbum – que deixou ela conhecida no mundo pop. “Não sei se vou me segurar de emoção”, admite.

Antes de estourar e roubar a cena do pop em 2014, ela batalhou muito para ter seu lugar ao sol: Fez parte dos musicais 13 e Cuba Libre. “Foi uma época boa em minha vida”. Nesse meio tempo sua carreira começava acontecer surgiu a oportunidade de fazer um teste para série Victorious da Nickelodeon. “Eu me lembro até hoje de como foi o teste, eu tinha que atuar e cantar uma música de minha preferência (“My All” da Mariah Carey)”. Mesmo fazendo um dos melhores testes, ela não conseguiu o papel da protagonista Tori Vega – a Victoria Justice ganhou o papel -, mas foi lhe oferecido o papel de Cat Valentine e nesse papel Ariana viu sua grande chance de brilhar. “Sou bastante grata a série por tudo!”. Após seu cancelamento, sua personagem ganhou sua série própria Sam & Cat que durou apenas uma única temporada por conta do clima pesado nos bastidores com a outra estrela da série [Jennette McCurdy] e os planos de Ariana iniciar sua carreira musical. “Durou o que tinha que durar”, afirma com certo desdém.

Em meio às gravações de Sam & Cat, Ariana já estava em estúdio seu primeiro álbum Yours Truly (2013) há mais de um ano. “Achei que ele nunca iria sair!”. As coisas começaram a mudar quando o primeiro single do álbum “The Way” foi lançando e menos de oito horas chegou ao topo do iTunes. “Quando vi o mensagem do meu irmão que minha música era #1 no iTunes, eu não acreditei e tive que ver com meus próprios olhos”, revela. A música chegou ao numero 9 na Hot 100 e foi algo inesperado para ela, pois todas as estrelas da Nickelodeon nunca emplacaram suas carreiras de cantora como as estrelas da rival Disney Channel. Os dois singles tiveram um desempenho moderado nos Estados Unidos e no resto do globo. Enquanto se destacava no mundo pop com seu elogiado primeiro álbum, mas não demorou muito para começar as comparações constantes e abusivas com a Mariah Carey – que a própria Mariah inclusive fez questão de jogar varias indiretas para novata em varias entrevistas que faziam comparação entre elas. “Chegou ao momento que aquilo cansou essas todas as comparações com ela”, confessa.

Enquanto divulgava, seu primeiro álbum como um dos atos de abertura da turnê Believie do Justin Bieber – que tinha a indicada ao Grammy Carly Rae Jepsen (“Amo o som dela!”) e o Cody Simpson –, e sua própria turnê de curta duração The Listening Sessions – que teve apenas 10 datas. “Sair em turnê é algo tão liberador para mim!”. Sua gravadora pediu para ela entrar em estúdio para gravar seu segundo álbum. “Eu fui e resolvei que queria ser mergulhar de uma vez no pop”. O resto da historia todo sabemos, Ariana na surgida veio mais sexy e pop com som com a cara do verão americano e conquistou o mundo – ganhou até duas indicações ao Grammy.

Enquanto finalizava a divulgação, ela estava em estúdio gravando seu novo álbum que agora é temida agora de provar que ela veio para ficar de vez ou sumir do mapa. “Estou muito confiante desse novo álbum… Ele já tem mais de 70% pronto”. Ela sabe que “Focus” segue a formula de “Problem”, mas garante que o resto do álbum não é assim. “Eu queria algo bem pop como primeiro single… O álbum vai ter muitas surpresas que vai deixas as pessoas de boca aberta”. Como tive a oportunidade de ouvir e ver o videoclipe, eu quero saber de quem é voz masculina na música. “Jamie Foxx!”, revela em primeira mão.

Um assunto que Ariana e sua equipe não gostam de falar é sobre infame “Eu Odeio America” uns meses atrás e as constantes acusações que ela tido ataques de estrelismo fora do comum como a Mariah Carey e Miranda Priestly do filme O Diabo Veste Prada (2006). “Eu achei que minha carreira tinha acabado, depois daquilo…”. Mas quando pergunto seus ataques de estrelismos, ela preferiu o silencio e fez cara de poucos amigos.

É dia do show, Ariana está no camarim do Allianz Parque se preparando seu último show da Honeymoon. “Que venha a era Moonlight!”, ela e sua equipe gritam. Mesmo sabendo que não foi capaz de lotar arena tem capacidade 55 mil pessoas (algo que Katy Perry fez) – um dos motivos foi que o show foi no segundo dia do ENEM e por ela não ser um nome tão conhecido no país como Katy Perry, Madonna e Beyoncé capazes de lotar em qualquer situação até em crise no país. “Não vamos nos deixar abalar e vamos dar o melhor!”, ela fala com sua equipe. “Nao sinto vergonha…”, admite. Nem a ex mega estrela do pop Lady Gaga não conseguiu lotar em sua primeira vinda ao país e virou motivo de piadas na internet.

Gritos histéricos são ouvidos e o público de menos de 22 mil pessoas – o público composto por crianças a jovens adultos – vai à loucura quando Ariana surge no alto do palco cantando em alto e bom tom. O publico pira quando Ariana canta algum de seus hits famosos, o mesmo não ouvido quando canta alguma música do lado b de sua curta discografia. Minutos depois do fim do show, veio Ariana indo para seu camarim. “Amo minha vida… Minha carreira… Meus fãs”. Ariana sorri – aquele típico sorrio de estrela de quem acabou de deixar milhares de pessoas felizes – e fecha a porta.

**ARTIGO INVENTADO**

Aly & AJ: Pequenas Misses Sunshiness

Em 2007, a dupla Aly & Aj tinha grandes planos para dominar o mundo pop e não queriam serem vistas mais como um produto da Disney.

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Aly Michalka, 18, está bastante preocupada com o vôo atrasado para Nova York onde iria fazer uma parte de festival local na cidade com a sua irmã AJ Michalka, 16, onde iriam estrear as músicas do seu novo álbum Insomniatic (2007). “Eu odeio isso com todas as minhas forças!”, admite. O atraso deu por conta de uma sessão de fotos para Teen Vouge em Los Feliz, Los Angeles para o mesmo dia do festival. “Em minha cabeça, eu achei que daria tempo!”, confessa AJ com certo ar de tristeza. “Eu não gosto de decepcionar nossos fãs!”. O dia estava correndo tudo bem até as 15:30, elas tinha ensaiando o repertório do show após a sessão de fotos no camarim e foram para o aeroporto internacional de Los Angeles, mas pouco tempo depois começou um temporal não previsto que atrasou vários shows internacionais e domésticos – entre os passageiros famosos que tiveram seus vôos atrasados e cancelados: Ryan Phillippe, Hilary Duff, Katie Holmes, Robert Downey Jr., Chris Evans, Mischa Barton e Natasha Bedingfield todos com cara de poucos amigos pelo atraso, mas mesmo assim não deixam de serem educados com fãs querendo um foto e nesse instante nasce um sorriso (falso) para fotos.

Adultas. Elas querem deixar o passado de estrelas da Dinsey para trás.
Adultas.
Elas querem deixar o passado de estrelas da Dinsey para trás.

O show está marcado para 21:30 e já são 19:00. “Pelo visto nosso show terá que ser cancelado!”, admite Aly. “Acho que esse é o nosso primeiro show que temos que cancelar”, revela. Não deu outra no dia seguinte só se falava-se sobre o show cancelado da dupla mais quente do momento nos principais portais da cultura pop. “Não precisava fazer essa polêmica toda em cima disso!”, confessa. “Não só foi nosso show que teve que ser cancelado [o outro foi da banda canadense Simple Plan]”. A equipe delas conseguiu uma data para dupla ir para Nova York fazer um show para compensar a falta delas no festival.

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Hit! “Potential Breakup Song” chegou ao número 17 na Billboard Hot 100 e foi eleita como a nona melhor música de 2007 pela Time.

A dupla nasceu em 2004 por conta da Disney Channel deu a oportunidade para Aly Michalka cantar [“Protect Me”] em um episódio da serie futurista que ela co-estrelava Phil do Futuro [que chegou ao fim em 2006] e viu o potencial para criar mais uma estrela da música já que a Lindsay Lohan preferiu ir para gravadora rival e a última estrela do canal Raven-Symoné fracassou nas paradas. “Eles me oferecem a oportunidade para sair em carreira solo, mas preferi montar uma dupla com a minha irmã”, revela. Mas a gravadora ficou com pé atrás até a ida das duas na sede da gravadora em Burbank, Hollywood. “Eles adoram as músicas que cantamos para eles e ainda mais por serem autorais”, revela. Na mesma reunião foi oferecido um contrato de gravação para elas como uma dupla e elas passaram o ano de 2004 escrevendo e gravando seu álbum de estréia. “Levaremos aquela experiência única pelo resto da vida!”.

Luz, Câmera e Ação. Dupla tem atuando em diversos filmes e séries.
Luz, Câmera e Ação.
Dupla tem atuando em diversos filmes e séries.

O álbum de estréia delas Into the Rush (2005) foi lançado é foi um enorme sucesso entre o público devido à alta divulgação dentro da Disney – teve vários singles exclusivos para Radio Disney onde tocavam em exaustão, várias músicas foram usadas nos principais filmes do estúdio como Herbie – Meu Fusca Turbinado e Sonhos no Gelo  e no filmes da Disney Channel como Agora Você Vê, Twitches: As Bruxinhas Gêmeas e Belas e Mimadas -, e foi bem recebido pela crítica destacando o som delas mais voltado para o pop rock diferente do feito pela maior estrela do canal (naquela época) Hilary Duff. “Vive intensamente aqueles momentos e foi tão surreal ficar conhecida do dia para noite”, admite AJ. Mas como outras estrelas adolescentes e todas como modelos a serem seguidas, elas querem deixar o passado de estrela da Disney e de girl next door para trás com seu novo álbum. “Não quer dizer que vamos ficar mostrando nossas vaginas por aí e nem tendo atitudes questionáveis para fazer sucesso!”, revelam as duas em sintonia. “Nós apenas amadurecemos! Mas não significa que estamos cuspindo no pratos que comemos e muito menos estão sendo ingratas com a Disney”. Pois ela ainda tem contrato com a Disney e a Hollywood Records. “Estamos apenas tentando atingir um público da nossa idade e os jovens adultos”.

Ponto de Ebulição. Carreira de dupla está em plena ascensão.
Ponto de Ebulição.
Carreira de dupla está em plena ascensão.

No tempo quando ainda elas estrelas da Disney, elas fizeram um filme para Disney Channel Belas e Mimadas (2006) e gravaram um piloto para uma série do canal Haversham Hall que não foi aprovado pelos executivos. “Foi tão bom ter oportunidade de gravar um filme com a minha irmã”, fala AJ. Ela foram indicadas ao American Music Awards e ela lançaram um álbum de Natal em 2006, Acoustic Hearts of Winterque teve uma boa vendagem (110,00 mil cópias) e o único single do álbum fez sucesso nas paradas (e foi usada no filme Meu Papai é Noel 3), “Greatest Time of Year”. “Foi tão divertido gravar um álbum de natal! Nós buscamos inspiração nos álbuns de natal da Christina Aguilera e Mariah Carey quando fizemos o nosso!”, fala.

Sucesso nos EUA. O primeiro álbum delas vendeu mais 839,000 mil cópias.
Sucesso nos EUA.
O primeiro álbum delas vendeu mais 839,000 mil cópias.

O público aprovou essa nova mudança da dupla para algo mais jovial e maduro. “Nós amamos nosso fãs, mas eu hora nós deveriam crescer e não podíamos ficar estagnadas cantando para crianças”, revela. O primeiro passo para essa mudança foi a apoio da MTV que deu para carreira delas nessa nova fase: uma programa Aly & AJ: Sister Act que mostrava os bastidores do Insomniatic e elas foram as estrelas do filme Super Sweet 16: The Movie (2007) baseado no programa My Super Sweet 16. “Foi ótimo o apoio que recebemos da MTV!”, confessa Aly. Mas o golpe de mestre foi à dançante “Potencial Breakup Song” ter chegado ao top 20 na Billboard Hot 100 e já ter vendido mais de 1 milhão de cópias digitais no país – algo inédito na carreira delas e algo que nem a Hilary Duff que tem uma carreira solida como atriz e cantora não conseguiu até hoje. “Para falar sério nunca sonhamos que teríamos um grande hit daquele jeito e eu só tenho que agradecer a pessoa que inspirou a criação da música [foi feita para Joe Jonas do Jonas Brothers]”, confessa AJ. “Realmente nosso álbum só precisava de um hit”, conta rindo Aly, fazendo referência à música.

Fora do comum. Elas fazem um som menos obvio.
Fora do comum.
Elas fazem um som menos obvio do que as outras estrelas da Disney.

Apesar do primeiro single bastante dançante não é isso que predomina no álbum, mas sim baladas poderosas, confessionais e pessoais. “O álbum é bastante maduro e o som que nós influenciamos durante ao processo de gravação e composição!”, revela. “Esse álbum é extremante pessoal para mim! Eu queria colocar tudo para fora sobre meu ex [Joe Jonas]”, admite AJ, pois nele há várias músicas sobre ele – “Closure”, “Division” e “Silence” . “Nós queríamos provar que não éramos apenas duas loiras fabricadas pela Disney!”, revela com certo desdém as criticas ferozes que recebiam de todos os lados no início da carreira. “Foi tão estranho no inicio aquele povo questionando nosso talento e se tinha sido nós que tínhamos escrito nosso álbum!”, confessa. “Nós temos planos de sejamos um nome global”, confessa. Apesar do sucesso nos Estados Unidos, elas não conseguiram estabelecer seu nome fora do principal mercado do mundo. “Estamos trabalhando para que isso aconteça”.

Em Ação. O álbum terá uma grande turnê.
Em Ação.
O álbum terá uma grande turnê.

Os planos para divulgar o álbum são intensos, elas não sabem qual será o single do álbum [os rumores apontam que será “Like Whoa”] e esse single será usado no filme que irar fechar a trilogia de High School Musical. “São tantas opções”, admite. Foi confirmado que elas serão um dos atos de abertura para grande turnê Best of Both Worlds da Miley Cyrus/Hannah Montana em 2008 para depois ela saírem em sua turnê pelo país divulgando o novo álbum delas. “Será algo bem grande e intenso!”, revela. “Desta vez não iremos nós ocupar com nossas carreiras de atrizes iremos deixá-la suspensa por um tempo intermediado”, confessa. Durante a divulgação de Into the Rush, elas o tempo delas era corrido entre shows e gravações de filmes e séries. “Foi bem cansativo fazer tantas coisas ao mesmo tempo”, revela.

As meninas depois do mal entendido com festival em Nova York conseguiram marcar uma data para o pessoal que tinha o ingresso daquele show. “Desta vez iremos com antecedência!”, exclamada rindo.

Apoio. Em sua nova fase a dupla tem o apoio da MTV.
Apoio.
Em sua nova fase a dupla tem o apoio da MTV.

São 19:30 e elas estão em seu camarim arrumando e decidido quais músicas novas serão cantadas e quais antigas do álbum anterior terão que pular fora. “Desta vez vamos fazer uma surpresa para o publico!”, admite. “Iremos compensar por aquele dia”, revela. São 21:30 e na hora elas entram no palco sobre gritos histéricos do público – mais de 7,300 mil pessoas – entoando “Rush” e depois elas cantam todas as músicas do Insomniatic em seqüência mesclando com seus antigos hits do álbum passado como “No One” e “Cheamicals React”. São 23:30 e apôs 18 músicas cantadas de forma alta e em êxtase, o momento mais esperado do show chega é hora de cantar “Potential Breakup Song”, o público e as meninas entram em transe com grande final do show. Minutos depois, elas saem rindo e correm rumos aos bastidores e falam em sintonia. “Amamos nossa vida!”. Com esse entusiasmo e disposição a dominação global delas tem grandes chances de acontecer nesse álbum (ou talvez no próximo). “Ainda temos muito para mostrar…”.

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Carly Rae Jepsen: Os Anos 80 Estão de Volta!

Carly Rae Jepsen está em estado de emoção à flor da pele com seu novo álbum E•MO•TION uma ode de amor aos anos 80.

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Carly Rae Jepsen, 29, está em voo de Nova York de 12 horas rumo ao Japão para divulgar seu mais recente álbum Emotion – grafado como E•MO•TION. “Amo aquele país e aquela cultura!”, exclama, apesar do cansaço evidente. Carly tem tido poucas horas de sono desde quando lançou o primeiro single de seu novo álbum, “I Really Like You”, em 2 de março de 2015 e desde então tem tido uma intensa divulgação em cima do single – indo cantar a música em premiações, programas de auditório e nas rádios – e deu resultados, o single chegou ao top 40 da Billboard Hot 100 –transformando em seu terceiro hit nos Estados Unidos e por ventura a ajudou a música atingir boas posições nas paradas ao redor do mundo. “Foi uma grande honra o Tom Hanks participar do videoclipe e ele arrasou!”, afirma. Recentemente o videoclipe foi eleito pela Billboard como um dos 10 melhores de 2015. “Eu não estou reclamando!”, admite. “A partir de hoje a minha agenda estará mais cheias de compromissos”, revela. Sua estadia no Japão será longa por conta do lançamento do álbum por lá – foi o único país em que o álbum saiu na data agendada anteriormente. “Minha equipe teve várias reuniões para adiar o álbum em alguns meses para ser bem mais divulgado”.Inicialmente seu novo álbum seria lançando mundialmente em 24 de junho de 2015, mas foi adiado para 21 de Agosto de 2015. “Tenho planos de trabalhar bastante com “Run Away with Me” nesse momento”, revela, sobre os planos de como irar trabalhar no segundo single do álbum e por isso o álbum foi adiado. “Podem esperar grandes coisas”. Mesmo antes de seu lançamento oficial que será em Julho, a música agradou a critica.

Terceiro hit!
Terceiro hit!
“I Really Like You” ao top 40 nos Estados Unidos.

Para quem não sabe que é a Carly, ela é uma das princesas do pop canadense e é a artista feminina com single mais vendido da era digital com impressionantes 18 milhões de cópias vendidas – algo que Taylor Swift, Beyoncé, Lady Gaga, Katy Perry, Britney Spears e Rihanna nunca conseguiram em suas carreiras. “Isso foi tão surreal!”. “Nunca imaginei que “Call Me Maybe” iria chegar tão longe assim!”, admite. Antes de virar esse fenômeno do pop, ela tentou a sorte na quinta temporada do Idol canadense em 2007, mas ela apenas chegou ao terceiro lugar do programa. “Mesmo não tendo ganhando, devido minha participação no programa abriu muitas portas para minha carreira”, fala. Realmente, ela de longe é artista mais bem sucedida que saiu do programa mesmo sem ter ganhando. “Acho que tive sorte”, admite. Carly lançou seu primeiro álbum, Tug of War (2008), que incialmente foi lançando apenas no Canada, o álbum gerou dois singles dentro do top 40 e indicações aos prêmios importantes no país como Juno e MuchMusicVideo. “Foi tão surreal quando eu escutei pela primeira vez minha música tocando na rádio”.

Adiado. O álbum só será lançando mundialmente em 21 de Agosto de 2015.
Adiado.
O álbum só será lançando mundialmente em 21 de Agosto de 2015.

A sua ascensão no mundo pop nasceu do nada. “A ideia da música surgiu do nada nos bastidores de um show meu no Canadá”, revela. “Call Me Maybe” nasceu durante a BesideYou Toure foi incluindo em seu EP, Curiosity (2012). “O EP era apenas uma previa que meu segundo álbum já estava quase saindo”, admite. “Nunca imaginei que a música seria um hit imenso mundial como aconteceu”. A música foi lançada em 20 de Setembro de 2011 e era um pequeno hit em seu país natal. Mais por sorte do destino, seu conterrâneo o astro decante Justin Bieber ouviu a música na rádio em 30 de dezembro de 2011 e tuitou sobre a música tornando a conhecida, mas o golpe de mestre foi o vídeo caseiro dele com Selena Gomez, Ashley Tisdale e Big Time Rush dublando e dançando a música. Em poucos minutos após a liberação do vídeo, a música estourou mundialmente por conta de vários fatores – tais como ser uma música chiclete, videoclipe superdivertido e com final inesperado –, e chegou ao número 1 na BillboardHot 100 por nove semanas e recebeu duas indicações ao Grammy – além disso,foi eleita a música do verão de 2012 eum punhado de prêmios importantes. “Nunca imaginei que teria uma música tão bem sucedida na Billboard”, admite. Então, rapidamente ela assinou contrato com ScooterBraun (empresário do Justin Bieber e da Arinada Grande). Imediatamente, ela entrou em estúdio para dar uns retoques em segundo álbum, Kiss (2012), que continha “Call Me Maybe” e seu outro hit “Good Time” – chegou ao top 10 da Billboard Hot 100. “Muitas músicas tiveram que ser descartada para essa nova direção que o álbum estava tomando. Elas eram mais voz e violão e mais folk do que pop”.O álbum foi todo refeito em seis meses e era totalmente pop, mas agradou a critica e vendeu mais 1 milhão de cópias mundialmente.“Vive experiências únicas!”.

Sem pressa! Álbum foi feito com extremo cuidado.
Sem pressa!
Álbum foi feito com extremo cuidado.

Os planos para seu novo álbum nasceram ainda quando estava divulgando o Kiss. “A primeiras ideias do álbum foram que as músicas seriam no estilo dos anos 80, teriam um áurea das músicas feitas pela Cyndi Lauper naquela época e que elas pudessem tocar nos filmes do John Hughes”, revela. “Todos da gravadora ficaram loucos com essas ideias, mas no final todos gostaram quando, eu lhes apresentei uma previa “Gimmie Love” para elas”, revela.  A produção do álbum teve inicio em 2013. “Inicialmente, as coisas não estava indo bem. Então resolvi adiar um pouco”, confessa. Nesse meio tempo, ela foi convidada para estrelar o musical Rodgers + Hammerstein’sCinderellana Broadway como Ella. “Foi uma sensação tão boa!! Eu cresci assistindo o filme clássico da Disney!”. “Foi uma grande honra fazer parte disso!”. Ela ficou no papel de 4 de fevereiro a 8 de junho de 2014. “O tempo passou voando”, admite. Com a chegada de Cinderella à sua vida, ela teve mudanças bruscas e novos ares, estava recém-solteira, estava se mudando de Los Angeles para Nova Yorke estava voltando a ter ideias para esse novo álbum. “Eu falei com minha gravadora que não faria nada com pressa como fiz o Kiss e queria um tempo”, confessa. Antes do fim de 2014, ela já tinha composto 250 músicas e selecionou as 40 melhores dentre todas elas para serem avaliadas e retrabalhadas como uma série de compositores que admira da cena pop e indie – inclunindo Tagan & Sara, Peter Svensson, Ariel Rechtshaid, Greg Kurstin, Devonte Hynes, Sia, Shellback e tantos outros. “Foi tão triste descartar tantas músicas”. “Eu sentei no chão do meu apartamento e aí ouvindo elas para ver quais mais eram coesas entre si”, confessa. O álbum foi todo gravado em Los Angeles, Nova York e Estocolmo. “Nova York e Estocolmo foram os lugares que mais me inspirou para dar esse clima dos anos 80 no álbum”. “O Scooter foi umas das primeiras pessoas que ouviu o álbum inteiro e me disse que tinha jóias em minhas mãos!”. “Minhas músicas preferidas do álbum são “Your Type” (um possível single do álbum) e “Run Away with Me”, mas eu gosto de todas as outras fazem parte da minha historia emocional que tenho vivido nesses últimos três anos.” Nos primeiros meses de produção, sua gravadora queria que álbum tivesse uma “Call Me Maybe 2.0”. “Era meio impossível de conseguir de novo!”, admite. “Foi tanta pressão!”, isso é costumeiro no meio pop.

Na primeira audição do E·MO·TION se nota uma grande presença oitentista em todo álbum e de tudo que dominava a música pop daquele ano. “Principalmente os sintetizadores”, fala, rindo. “Meu álbum é uma carta de amor aos anos 80”, confessa. “Durante todo processo de criação do álbum, eu estava escutando os álbuns da Madonna, Cyndi Lauper e Prince daquela época para entrar no clima e os filmes do John Hughes”. “Em um dia eu assisti todos os filmes clássicos dele”, exclama. Citando Gatinhas e Gatões (1984), Clube dos Cinco (1985), Curtindo a Vida Adoidado (1986) e A Garota de Rosa Shocking (1986) que ajudaram a dar o tom para álbum. “Nesse álbum eu queria provar que era muito mais do que a garota de “Call Me Maybe” e é esse álbum representa essa minha rebeldia em relação a isso”. Inicialmente, não havia planos para lançar “I Really Like You” como primeiro single, pois de todo álbum é a música mais pop e dentro dos padrões do pop. “Foi uma grande discussão, na verdade”. Todos estavam hesitantes em lançá-la, mas ficaram satisfeitos com os resultados – ainda que admitam que, agora, Carly Rae Jepsen não está mais no centro do pop e sim à margem. “Com esse álbum, eu não estou e nem pretendo criar outra “Call Me Maybe”, admite. “Não estou cuspindo no prato que comi, aquela música mudou minha vida e minha carreira, sou bastante grata a ela”, conta. “Eu acho que é difícil para os artistas, quando ficam conhecidos por um tipo de música. Você passa por essa rebelião no palco e pensa ‘eu sou muito mais do que isso’. E eu definitivamente senti isso”. “As músicas divertidas do álbum são “LA Hallucinations” e “I Didn’t Just Come Here To Dance””, fala, ambas tem cara de música de verão e ambas com enorme potencial para serem grande hits do álbum. “Já “Favourite Colour”, “All That” e “When I Needed You” tem o DNA dos anos 80 inseridos neslas”, fala. “Realmente os anos 80 estão de volta às paradas e eu queria criar uma trilha sonora perfeita para os filmes do John Hughes”. “Eu não me canso de ver Gatinhas e Gatões (1984) e quero deixar essa sensação de nostalgia!”.

Privilegio! Videoclipe de
Privilegio!
Videoclipe de “I Really Like You” conta a participação do ganhador do Oscar Tom Hanks e do decante astro adolescente Justin Bieber.

Um diferencial que ela consegue manter sua vida privada fora do radar da mídia e do publico em geral. “Eu tento me reservar ao máximo possível”, admite, atualmente ela namora o diretor David Kalani Larkins –  ele dirigiu o videoclipe de “Run Away With Me”. Outro fato desconhecido do público que ela é uma geek de marca maior. “Eu estou louca para ir  no painel de Batman v Superman no Comic Con!”, revela. “2016 a briga entre a Marvel e DC Comics vai pegar fogo por conta de Batman v Superman: A Origem da Justiça e Capitão América:Guerra Civil! Eu ainda não tenho um lado nessa briga!”. “Eu apenas vou curtir muito os dois!”, admite. Voltando ao á sua vida privada e pessoal. Olhando para os padrões das celebridades dos dias atuais, ela é uma anti-Taylor Swift/Justin Bieber. “Gosto apenas de chamar atenção para minha música”. “Não quero que essa coisas me definam como artista”, admite. “Minha banda que tem me ajudando a manter meu pé no chão durante todos esses anos antes e pós estouro de “Call Me Maybe” nas paradas”, revela. “Esse é apenas o começo de minha ainda longa jornada!”, afirma.

Compre o álbum no iTunes

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Marina and The Diamonds: Suas Frutas Valem Diamantes!

 As suas novas “Frutas” caíram antes do previsto, mesmo assim, ela ainda tem planos para sua dominação global

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Marina and The Diamonds, 29, passou a maior parte do dia chorando, pois seu mais recente álbum FROOT acabou de vazar na internet dois meses antes do lançamento oficial. “Isso está virando uma coisa chata na indústria musical até a Rainha do Pop não espaçou desta praga!”, fala, com voz de tristeza, no mês passado seu single, “I’m A Ruin”, chegou mais cedo na internet antes do previsto. “Isso prejudica tudo o que minha equipe tinha planejado e todo o cronograma”, fala. Vazamentos em massa está virando rotina (até Hollywood passou uma série de vazamentos: Indo de documentos pessoais à filmes inéditos), os casos mais recentes são os vazamentos de Vulnicura da Björk e Rebel Heart da Madonna, que vazou duas vezes na internet – uma leva de 30 demos em Dezembro de 2014 e versão oficial do album [da edição de luxo] em 3 de Fevereiro. “Nós estamos nessa jornada juntos, e, independente dos eventos de hoje, nada vai nos parar. Uma coisa que queria pedir para vocês: se você escolheu ouvir o álbum [vazado] e realmente gostou, por favor, me dê suporte comprando o álbum. Eu o escrevi inteiro sozinha. É um orgulho isso. É um álbum importante para mim”, pede, fazendo o mesmo discurso que ela fez no Twitter após o vazamento. “Eu só fiquei sabendo do vazamento, pois vi que meu nome e álbum estava no trending top!”, revela.

'I'm A Ruin
‘I’m A Ruin” pode ser tornar seu primeiro hit nos Estados Unidos.

Até o presente momento, não se sabe se o cronograma de divulgação previsto do álbum será alterado ou se a data do lançamento será adianta para evitar muitos mais prejuízos ao projeto – o lançamento foi antecipado para 16 de Março. “Ainda não tive essa conversa com a gravadora”, fala. “Daqui uns dias iremos resolver tudo”. Uma teoria mais plausível para o vazamento ocorreu no Brasil, pois o álbum foi enviado para vários veículos e portais da cultura pop para audição. “Eu pensei que o álbum seria apenas enviado para os críticos faltando 3 semanas para o álbum sair!”, exclama, sobre a bobeira que a gravadora deu. “Agora já foi!”. A gravadora queria que o álbum ja tivesse uma boa recepção da crítica que ajudaria a formar um grande boca a boca na divulgação do álbum quando estivesse para ser lançado. Após poucas horas que vazou, o álbum foi aclamando por vários críticos e portais da cultura pop como um dos melhores álbuns de 2015 e “uma plantação de frutas pop!”. “E claro que eu li todas as críticas, eu não me importo se é uma crítica positiva ou negativa, eu vejo como algo construtivo”.

FROOT é repleto de baladas poderosas e com vibe dos anos 70.
FROOT é repleto de baladas poderosas e com vibe dos anos 70.

Marina tem estando uma intensa jornada de ensaios para turnê promocional pelos Estados Unidos – já que a qualquer momento ela pode de fato estourar no país, pois sua mais recente musica “I’m A Ruin” chegou ao número 2 no iTunes –, e para os shows que ela já tem agendados para os próximos meses da The FROOT Show – começa em 13 de Março na cidade de Austin e no quase fim do mês chega ao Brasil para festival Lollapalooza. “Eu pretendo mesclar as musicas dos meus três álbuns nesta turnê”. “Eu pretendo aproveitar a minha passagem para conhecer muitos pontos turísticos no Brasil”, fala. “Meu Instagram estará cheio de fotos dos meus dias de férias no Brasil”. Depois disso a turnê entra em hiato e só volta para Estados Unidos em 12 de abril. “Minha equipe já esta montando minha agenda pela Europa e qualquer ela será divulgada”, fala. Enquanto estiver d férias, ela pretende colocar suas séries favoritas em dia – Scandal (“É escandalosa de tão boa!”) , Grey’ Anatomy (“A Christina faz tanta falta!”), Jane the Virgin (“Meu novo vicio!”), Nikita (“Epica!”) e Beauty & the Beast (“É espetacular!”) –, e reassistir seus filmes preferidos – Clube dos Cinco (1985), O Diário da Princesa (2001), Meninas Malvadas (2004), Diário de uma Paixão (2004), Capitão América: O Soldado Invernal (2014) e Guardiões da Galaxia (2014). “Eu também só pouco nerd!”, confessa. por gostar de filmes da Marvel.

Para quem não conhece a Marina, ela é popstar saída do País de Gales, que gosta de fazer uma mistura entre o pop com indie em baladas poderosas ora dançantes de primeira qualidade. “Eu gosto de criar boas músicas que daqui cinco anos não sejam consideradas ruins ou bregas!”, afirma, sendo suas músicas os seus diamantes [seu nome artístico]. Ela despontou para fama com seu primeiro álbum, The Family Jewels (2010), que foi um estourou vendas na Europa e críticas – estreou no número 5 da parada britânica –, e produziu três singles no top 40 da parada britânica. “Eu não esperava aquele sucesso todo”.

FROOT vazou na internet dois meses antes do lançamento oficial (3 de abril).
FROOT vazou na internet dois meses antes do lançamento oficial (3 de abril).
Nerd sexy! Marina gosta dos filmes da Marvel.
Nerd sexy!
Marina gosta dos filmes da Marvel.

Após subir nas paradas como um míssil nas paradas e foi eleita pela BBC na lista The Sound of 2010. “Eu nem imaginei que um dia eu iria concorrer e ganharia”, confessa, ela ficou na vice-liderança, ganhadora daquele ano foi a Ellie Goulding.

Seu álbum foi lançado nos Estados Unidos e agradou a critica, mas não foi um estourou de vendas como previsto pela gravadora – chegou ao numero 138 da Billboard 200, em ponto de vista é um bom numero para artista novata e não norte-americana, e sem um grande hit paradas americanas. “Eu nunca imaginei que conseguiria chegar aos Estados Unidos tão rapidamente!”, confessa. Pois a maioria dos artistas que vêm da Europa, primeiro se consolida em seu continente para depois tentar chegar a América do Norte, há casos que eles só consegue isso no segundo disco ou casos mais extremos eles nunca se conseguem lançar seu discos fora da Europa – como acontece com princesa do pop britânico Pixie Lott que até hoje nunca teve seus álbuns comercializados nos Estados Unidos. “Eu pirei quando recebi um telefonema do empresário da Katy [Perry], para abrir seus shows!”. Funcionava assim ela estava em uma grande turnê (teve 135 shows no total) que funcionava assim na maioria das vezes, ela era artista principal e outros casos ela estava abrindo para Katy Perry e Coldplay – na etapa norte-americana da California Dreams Tour e Mylo Xyloto Tour pela Europa e América do Norte. “Era insano subir naqueles palcos imensos… Só se via uma multidão!”, confessa, com brilhos nos olhos. “Como vocês devem saber, eu amo de paixão a Katy e um dia quero fazer uma colaboração com ela. Uma música dela que eu queria que fosse minha é Birthday”. “Ela encaixaria perfeitamente em meu novo álbum!”.

FROOT foi aclamado pela crítica.
FROOT foi aclamado pela crítica.

Depois do imenso sucesso conquistado com álbum e uma imensa turnê. “Eu precisava tirar uns meses de ferias antes de voltar para rotina”, revela. Marina ficou um ano dentro do estúdio com os melhores produtores do pop como Dr. Luke, Diplo, Benny Blanco, StarGate, Cirkut e tantos outros, para criar seu segundo álbum. “Eu queria criar um álbum pop!”. Então assim nasceu, Electra Heart (2012), um álbum repleto de canções pop dançantes e para não desagradar seus base da fãs do mundo indie, ela criou a personagem Electra Heart para representar arquétipos femininos da cultura americana estereotipada. “Essa idéia maluca surgiu do nada! Na primeira pauta como divulgar o álbum com a gravadora, contei a idéia que tive e eles gostaram de cara!”, revela. “Eu adorava interpretar a Electra nos palcos!”, fala, ela viajou pela Europa e América do Norte com sua turnê The Lonely Hearts Club durante um ano (no total a turnê teve 79 shows). O álbum foi um sucesso comercial vendendo mais de 3 milhões de cópias mundialmente – estreou no topo da parada britânica com 21,358 cópias vendidas e no número 31 da Billboard 200 –, mas foi recebido com criticas mistas. “Eu não importei muito com isso, como eu disse anteriormente, eu vejo as criticas como uma coisa construtiva”. O álbum gerou dois grandes hits, um pela Europa (“Primadonna”) e um pelo resto do mundo (“How to Be a Heartbreaker”). “Eu levei um susto das proporções que a música [How to Be a…] tomou por conta do videoclipe [Marina rodeada de modelos tomando banho em vestiário]…”, conta. Mais para Marina, o momento mais importante em suas palavras: “Foi quando o elenco de Glee regravou minha música!”. Ali em diante, ela sabia que tinha dado sua contribuição para cultura pop. “Glee é tão pop!”, exclama.

A culpa do vazamento é por conta da gravadora.
A culpa do vazamento é por conta da gravadora.

Seu mais recente álbum, FROOT, ela tem descrito como uma gravação de música pop psicodélico e com sons dos anos 70. “Eu tenho escutando muita daquela década como Donna Summer e Blondie”. “Eu falou para minhas amigas que elas têm ouvir os discos da Blondie!”. Para essa nova fase de sua carreira, Marina, assumiu cabelos longos, escuros e volumosos. “Eu quero trazer de volta os anos 70 para música pop atual!”, revela. O álbum foi todo composto e produzido por ela e co-produzido pelo David Kosten. “O David é um gênio!”, baba. Nele podemos encontrar o que Marina sabe de fazer de melhor em 12 incríveis faixas, suas poderosas baladas (“Happy”), possíveis hits (“Blue” e “I’m A Ruin”), faixas dançantes (“Froot” e “Forget”), e tantos outros tipos que é difícil de rotular. “Eu só quero ser uma fruteira que dá as minhas melhores frutas ao meu público!”, admite. “A Charli XCX ouviu o álbum em primeira mão e disse que queria ter gravado a músicas “Happy” e “Blue”, conta, sobre sua relação com a estrela britânica. “As duas são as minhas preferidas deste novo álbum e algum momento [Blue] será single”, revela. A longo prazo não se sabe quais serão os rumos que o FROOT terá de agora em diante. “Estou vivendo a doce vida um dia de cada vez!”.

**ARTIGO INVENTADO**

Christina Perri: A Eterna Apaixonada

Ela é emotiva, apaixonada e compõe as melhores baladas românticas desta década, mas mesmo assim ela sente que falta algo em sua vida

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Christina Perri, 28, esta sentada no chão do terraço do hotel Hilton Miami Downtwon, em Miami, observado o pôr-do-sol e horizonte da cidade que nunca dorme. “Eu amo subir nos lugares mais altos para ver a cidade”, fala. “Eu me a sinto no topo do mundo!”, afirma. “Essas são minhas coisas favoritas que adoro fazer quando estou em turnê”, confessa. Atualmente está em turnê – abrindo os shows da Demi Lovato – promovendo seu poderoso segundo álbum Head or Heart (2013). “Esse álbum vai ter uma divulgação extensa”, brinca, pois o segundo single, “Burning Gold”, acabou de ser enviado para rádios. “A inspiração do videoclipe veio do filme Dreamgirls (2006)”, revela, Christina vive um momento delicado em sua curta carreira em plena ascensão provar que veio para ficar. “Acho tudo uma bobagem!”, admite. Apesar de ela achar isso uma grande bobagem, seu segundo álbum é um grande sucesso de vendas (estreou no número 4 na Billboard 200 com 40 mil cópias) e emplacou até agora um grande hit no Top 40 – “Human”, uma poderosa balada romântica. “As pessoas tem se apaixonado novamente”, brinca, sobre o fato do seu álbum ser composto de grandes baladas românticas. “Eu sou uma eterna apaixonada!”. Seu álbum é o oposto do 21 (2011) da Adele que narrava o fim de um grande romance, já o álbum de Perri narra o inicio, meio e fim de um romance. “Não pode faltar as recaídas que há no meio do percurso”, fala, rindo.

Inicio, meio e fim. Segundo disco, Head or Heart, narra uma historia de amor.
Inicio, meio e fim.
Segundo disco, Head or Heart, narra uma historia de amor.

Apesar de Christina estar em meio uma grande turnê, hoje é seu dia de folga. “Eu preciso desta folga”, ela exclama. Hoje o dia está  extremante quente (mas não no como os do Brasil).”Bom para tomar um banho de piscina…”, revela. Sua assistente organizada uma grande pool party (digna dos filmes adolescente High School Musical e dos filmes dos anos 80) com muita música pop dos anos 70. “O disco é meu estilo de musica preferido apesar de minha pose de rockstar!”.

Christina pega seu iPhone e depara com a bomba do momento a indireta altamente explosiva que a Taylor Swift mandou pela revista Rolling Stone para rainha do pop Katy Perry. “Isso é uma grande bobeira… Nós mulheres deveríamos ser mais unidas e não ficar usando as mídias de comunicação para ficar brigando uma com a outra…”, confessa. “Eu espero que eu nunca tenha uma rival no meio musical. “O assunto Taylor vs. Katy está pegando fogo… A terceira guerra mundial está apenas comendo!”, afirma rindo. “Eu tento ter boas relações no meio musical, especialmente as mulheres!”.

Ao vivo. Christina está abrindo os shows da Demi Lovato.
Ao vivo.
Christina está abrindo os shows da Demi Lovato.

É chegada a hora de Christina ir para mais um show, mas mesmo assim ela pensativa sobre seu atual álbum. “Esse álbum não demorou tanto para ser escrito… Ele nasceu do nada e quando vi já tinha mais de 50 músicas”, revela, o primeiro álbum dela Lovestrong. (2011) demorou mais. “Uma música que eu queria ter composto é a balada “Say Something” do duo A Great Big World com Christina Aguilera. Essa música é a perfeição do pop… Eu sou louca pela Xtina”, admite. “Um dos meus maiores sonhos é gravar um dueto com ela!”, revela.

Estamos no backstage da arena American Airlines, em Miami, e Christina está fazendo seus extensos exercícios vocais. “Se eu não fizer nada certo nos meus shows”, admite. Uns minutos antes de entrar na arena ela recebem uma visita de já sua amiga Demi Lovato. “Ela é tão culta e legal… Ela é uma verdadeira diva pop!”, confessa. Christina é chamada pelos alto falantes da arena para entrar no palco. “É a hora!!”, exclama para sua banda. Ela canta em alto e bom tom alguns dos seus maiores hits – “A Thousand Years”, “Jar of Hearts” e “Human”. Algo inédito acontece durante apresentação de “A Thousand Years”, ela caí aos prantos diante de mais de 15 mil pessoas. “Eu sou muito emotiva!”, fala, ainda chorando. “Pergunte ao meu assistente o que aconteceu quando eu vi o filme A Culpa é das Estrelas (2014)”, fala. “Ela chorou por dias como ela tivesse perdido um parente”, fala seu assistente.

HIts.
HIts.
“Human” emplacou no top 40 nos Estados Unidos.

Uma hora depois, Christina já parou de chorar e já está mais alegre. “Aquilo foi um lapso”, conta, rindo. Christina foi convidada para ir a uma festa depois do show com Demi. “Hoje eu não estou no clima”, fala para assistente da Demi. São por volta das duas da manha e Christina ainda não conseguiu ir dormir. “Nesses meus dias de mulherzinha, eu não pego no sono rápido…”. Pode saber quando a Christina não pega no sono, ela fica no Twitter saltando novidades sobre os próximos passos de sua carreira – em uma única noite, ela confirmou o seu dueto com Ed Sheeran, “Be My Forever”, como terceiro single do álbum e será lançando bem próximo do dia dos namorados em Fevereiro de 2015, e confirmou sua vinda ao Brasil. “É um lugar que eu sempre quis conhecer”, fala. “O meu próximo single depois de “Be My Forever”, talvez seja “I Don’t Wanna Break”, foi à música mais difícil de escrever, mas é melhor faixa do álbum em minha opinião”. Como ainda ela não conseguiu dormir, ela liga a TV – está reprisando Veronica Mars e Arrow. “São as duas minhas séries favoritas de todos os tempos”, fala. “O Stephen Amell é um colírio e um deus grego!!”, fala, rindo.

Christina ainda não conseguiu dormir e está com mil idéias de sua ascendente carreira. “Eu sou assim… Espero ficar neste meio [musical] por muitos anos”. Sua expressão facial a cada instante e a cada cena do clássico Gatinhas e Gatões (1984). “Eu sou uma mulherzinha de marca! É quem não é?”.

“artigo inventando”